Menos alertas disputando atenção. Mais risco real tratado dentro do SLA.
O INOVA Cyber Agent correlaciona vulnerabilidades, ativos, exposição e inteligência de ameaças, prioriza o que importa, cria tickets completos e acompanha a remediação — com identidade, segregação e aprovação para ações de impacto.
✓Demonstração segura · Nenhuma alteração real · Evidências rastreáveis
Cyber risk command center
O problema
A fila cresce mais rápido do que o time consegue investigar.
Scanners entregam volume, mas não combinam criticidade técnica, exposição, negócio, exploit e controle compensatório na mesma decisão.Ruído sem contexto
O mesmo achado aparece em várias ferramentas, sem ativo, dono, exposição ou impacto de negócio confiável.
Prioridade genérica
CVSS alto vira urgente mesmo em ativo isolado, enquanto risco explorado e exposto pode ficar escondido na fila.
Remediação sem acompanhamento
Tickets nascem incompletos, SLAs vencem e exceções permanecem sem aceite formal ou evidência de compensação.
Do achado à redução de risco
Contexto antes da prioridade. Evidência até o encerramento.
O agente acelera triagem e coordenação sem executar contenções de alto impacto sozinho.Correlaciona sinais
Deduplica scanner, nuvem, endpoint, CMDB e threat intelligence pela identidade do ativo.
Calcula risco contextual
Combina exploração, exposição, criticidade, dados, controle compensatório e alcance.
Cria plano acionável
Abre ticket com evidências, correção, dono, prioridade, prazo e validação esperada.
Monitora e escala
Acompanha SLA, mudança de risco, bloqueios, aceite e reteste até o fechamento.
Capacidades
Um analista digital para organizar o risco, não para ocultá-lo.
Inventário, vulnerabilidade, ameaça, ticket e auditoria conectados na mesma rotina.Deduplicação inteligente
Agrupa achados equivalentes e mantém origem, horário, scanner e evidência preservados.
Contexto do ativo
Consulta proprietário, ambiente, exposição, dados, dependências e criticidade de negócio.
Threat intelligence
Cruza exploit conhecido, atividade observada, tendência e relevância para o setor.
Priorização explicável
Mostra os fatores que elevaram ou reduziram o risco e permite revisão por Segurança.
Orquestração de tickets
Prepara correção, responsável, SLA, dependências e critério de reteste no ITSM.
Governança de exceção
Registra aceite, validade, aprovador, justificativa, controle compensatório e reavaliação.
Simulador de triagem
Quanto tempo do time pode voltar para investigação e remediação?
Ajuste ativos, densidade de achados, esforço e automação para estimar capacidade liberada na triagem.Estimativa ilustrativa. O business case real considera ferramentas, cobertura, duplicidade, exposição, criticidade e modelo do SOC.Segurança e auditoria
Automação acelera análise. Ações de impacto continuam sob comando humano.
Identidade de máquina e usuário, privilégio mínimo, segregação, evidência e alçada acompanham cada consulta e ação.Identidade de ponta a ponta
Consulta, decisão, ticket e aprovação registram agente, usuário, serviço e credencial utilizada.
Evidência imutável
Fontes, score, regra, mudança de prioridade e resultado do reteste permanecem auditáveis.
Contenção governada
Bloqueio, isolamento, alteração de regra e indisponibilidade exigem autoridade humana e plano de reversão.
Controles de resposta
Integrações
Conecta sinais e trabalho sem criar outro inventário isolado.
Ferramentas de segurança e ITSM permanecem oficiais. O agente transforma sinais dispersos em risco contextual e remediação acompanhada.Aderência
Para operações que precisam tratar risco com velocidade e prova.
Onde gera mais valor
✓Múltiplos scanners e alto volume de achados
✓SOC ou AppSec sobrecarregado por triagem
✓Inventário e proprietários minimamente definidos
✓Operações com SLA, aceite e reteste formal
Quando não indicamos
·Ativos críticos sem proprietário
·Contenção autônoma sem reversão e alçada
·Uso para substituir inventário ou processo de incidentes
Piloto assistido
Da superfície de risco ao piloto em quatro etapas.
Descoberta de risco
Escolhemos fontes, escopo, ativos, regras, SLAs e métricas.
Identidade e política
Definimos credenciais, privilégios, score, alçadas, exceções e retenção.
Integração e avaliação
Correlacionamos achados e testamos prioridade, ticket, falha segura e reteste.
Operação e escala
Medimos redução de ruído, SLA e remediação antes de ampliar a cobertura.
Perguntas frequentes
O que Segurança, Tecnologia, Risco e Auditoria vão querer saber.
O agente pode isolar um servidor sozinho?+
Não por padrão. Ações com potencial de indisponibilidade exigem aprovação, identidade forte, plano de reversão e registro da decisão.
Como ele define prioridade?+
Combina severidade técnica com exploração, exposição, criticidade, dados, alcance e controles. A justificativa fica visível e revisável.
Ele substitui scanner, SIEM ou SOAR?+
Não. Essas ferramentas permanecem fontes e mecanismos oficiais. O agente conecta contexto, decisão, trabalho e acompanhamento.
Como trata aceite de risco?+
Registra responsável, justificativa, prazo, controle compensatório e revisão. O aceite continua sendo uma decisão humana.
Como é definido o piloto?+
Fechamos fontes, ativos, volume, regras, integrações, SLAs, avaliações, responsáveis e preço em escopo controlado.
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